* BURP *

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Ai... que não posso... estou TÃO cheia... mas TÃO cheia... nem me endireito... acho melhor ir deitar-me...

Feliz Solstício... ou coisa do género... que eu cá não sou religiosa...



5 comentários:

  1. Sorcha disse...:

    LOL. Eu também estou assim... numa versão humana da bola de bowling! Estou podre de cheia e enfartada! E nem sequer tive uma mesa com grande diversidade... mas come-se sempre muito, porque estamos na mesa na conversa e come-se sempre mais qualquer coisinha! É uma época para esquecer. Agora, vou ali rebolar... xau!! **

  1. Anónimo disse...:

    Estou farta deste mundo. Pretos de merda havia de haver uma vacina que os matasse a todos. Em vez de andarem a roubar caes inucentes na rua para darem de petisco aos pitbuls xeios de raiva que se atirassem a eles proprios ou fassam lutas ate á morte entre eles que nao se perdia nada! Pretos da merda. vivemos num país de merda, as leis so sao cumpridas por quem tem medo porke pk ninguem tem coragem de ir aos bairros sociais acabar com estas palhaçadas! deviam ser todos mortos a ver se este mundo fikava mais limpo! Gosto mais de animais do que pessoas!

  1. Lilith disse...:

    Anónima:

    Compreendo como se sente. Vivo num bairro social e todos os dias vejo coisas que não gosto. No entanto, não acho que devamos tomar atitudes racistas, porque pessoas más há-as de todas as raças, sexos, credos e feitios, e não devemos generalizar. Sei bem do que fala, e é pena que Portugal não seja um país de gente unida que acabe com as injustiças cometidas por certos grupos e indivíduos. Já vi muita coisa a que tive de fechar os olhos porque, pura e simplesmente, se tentasse contrariar, não sei o que me fariam. Mas a gente nojenta que eu vejo aqui onde moro, pelo modo como se comportam, falam e vestem e pelas atitudes que tomam, embora seja a esmagadora maioria de raça africana, vejo também quem é da minha raça a fazer exactamente o mesmo. Conheço pretos que são excelentes pessoas, e brancos que não valem nada.

    A solução para os bairros sociais, para mim, passaria por cortar os subsídios a toda a gente que não precise deles. Pessoas com capacidade para trabalhar, que não o fazem porque vivem à conta do rendimento social de inserção e do abono dos seus mil e quinhentos filhos. Já não vivemos na era medieval. As pessoas são mais informadas, sabem que ter filhos custa dinheiro, e sabem como se faz para não os ter se não os quiserem ou não tiverem possibilidades financeiras para os criar. Para mim, a solução passaria por uma reforma na maneira como o estado interage com os cidadãos. Acho que se devia acabar com o abono de família, em troca de uma redução nos impostos. Quanto aos restantes subsídios, deveriam ser atribuídos exclusivamente a quem realmente necessite deles, e não aos que não querem simplesmente trabalhar e vão chorar para a segurança social a queixar-se de racismo e de que ninguém os ajuda nem lhes dá emprego por causa disso. Para mim, se podem trabalhar, então que trabalhem. Acho que em vez de lhes dar dinheiro para as mãos, dever-se-ia apenas asseguar que têm condições mínimas de sobrevivência enquanto não encontram emprego. Fornecer-lhes os serviços mínimos de electricidade, água, gás, comida e alguma roupa quando fosse preciso. Acho que ficaria muito mais barato para o estado, e já seria um forte incentivo a que as pessoas encontrassem rapidamente emprego, pois teriam uma margem financeira nula para pequenos luxos, e Portugal deixaria de ser um oásis para os imigrantes que quisessem vir para cá fazer nada e ainda ganhar dinheiro com isso.

  1. Lilith disse...:

    Anónima (continuação):

    Também gosto mais de não-humanos do que de humanos, e estou sempre a dizê-lo. Sou antisocial e não me envergonho disso. As minhas gatas são minhas filhas, e sempre que há alguém num centro comercial a angariar fundos para uma causa qualquer, só ajudo se for para animais. Tenho afilhados a viver na rua que alimento regularmente, e sou sócia de uma associação de apoio aos animais.

    Portanto, como vê, partilho da sua opinião até certo ponto, mas não precisamos de generalizar até atingir o racismo, porque não podemos definir todo um povo baseando-nos numa amostra dos seus indivíduos.